Mais um blog comum, onde ocorre a discussão de idéias idiotas, confusões alheias, compartilhamento de informações inúteis, divulgação de links também inúteis e para quem escreve um passatempo inútil.

Um dos escritores sofre de problemas que até agora não foram identificados pela medicina, estuda em um colégio que possui "nome" em uma das capitais brasileiras, não faz nada da vida, tem quase como estilo de vida o som do radiohead, porém escuta também: Led Zeppelin, The Doors, Creedence, System Of A Down, algumas bandas nacionais entre outras coisas.

<espaço reservado para a descrição do escritor número 2 ou 1, dependendo do ponto de vista>

Um dos escritores está perdido entre a fantasia e a realidade; o certo e o fácil; a satisfação e a calma; poesia e o sono; entre o beijo e a amizade; entre o vinyl e o CD; entre você e eu. Sempre emaranhado em apertos de mãos, letras de músicas, telefonemas alheios na madrugada, latas de cerveja e cacos de vidro.

Cada escritor tem um fotolog, que você pode visitar clicando aqui para ver um deles e aqui para ver outro deles .

Eles também tem um profile no orkut, que você pode visitar clicando aqui para o número um e clicando aqui para o número dois.

Existem também boatos sobre um possível endereço de MSN que é: sklarow1991@hotmail.com, the_tempero@hotmail.com e josestoropoli@hotmail.com mas não é nada confirmado.

O layout do blog foi feito por um dos três, algumas pessoas acham que ele tem alguma habilidade com webdesign, eu acredito que ele só sabe o necessário, algo que qualquer usuário de computador deveria saber.

 

template versão 1.0b
 

terça-feira, dezembro 27, 2005

Pirandello & Zé blend studies volume 1.


Não que eu, bem entendido, me opusesse às orientações de sábios. Ao contrário, acatava com todas elas. Mas não fazia progressos. Parava a cada passo, primeiro a distância, depois girando em torno de cada pedrinha que eu encontrava no caminho, espantando-me de que outros pudessem passar adiante sem dar a mínima atenção àquela pedrinha que, entretanto, para mim, havia assumido as proporções de uma montanha intransponível, aliás, de um mundo que eu teria podido morar tranqüilamente. Tinha ficado ali, parado nos primeiros passos de tantos caminhos, com o espírito cheio de mundos - ou de pedrinhas, o que dá no mesmo. Mas não me parecia de modo nenhum que aqueles que passavam adiante e percorriam toda a estrada soubessem substancialmente mais do que eu. Passaram à minha frente, quanto isso não há duvida, e todos velozes como cavalinhos. Mas depois, no fim da estrada, todos encontraram uma carroça, a sua carroça. Todos se atrelaram a ela com muita paciência e, agora, a estão puxando nas costas. Já eu não puxava nada; e por isso não tinha rédeas nem antolhos. Certamente eu via mais longe do que eles, mas não sabia aonde ir.


Escrito por Anônimo na esperança de um mundo melhor.

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